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Relativismos na Filosofia

O Relativismo de Filósofos
As Brumas do Relativismo na Filosofia. No meu cantinho sossegado de bispo velho aposentado ainda procuro ficar atualizado nas coisas que acontecem no Mundo e nas Igrejas, nas Ciências, nas Filosofias, nas Teologias.
O que é a Verdade? Onde está? O que é bom? As velhas perguntas do relativismo racional e moral ainda dominam teorias intelectuais e morais do nosso tempo.
Para onde nos levam doutores e pastores do relativismo que não enxergam fronteiras entre verdades e erros e não sabem distinguir entre o bem a fazer e o mal a evitar?
Que futuro nos preparam mestres que fogem das subidas estreitas e exigentes dos dez mandamentos e preferem avenidas largas e atalhos atraentes das seduções de pecados que causam divisão e perdição?
Para que servem guias que não conhecem os perigos das estradas e não sabem alertar os viajantes diante de desvios e atalhos perigosos?
Nenhum escriba nem doutor da lei tem autoridade para mexer nos mandamentos da Bíblia. Nenhum professor de moral pode esconder a fragilidade da natureza humana e a necessidade de leis e proibições para indicar o bom caminho às pessoas de boa vontade que procuram conhecer a verdade e fazer o bem.
Não posso deixar de apresentar o outro lado também: Não temos o direito de julgar e condenar o irmão que pecar. Além disso, alguns ainda têm a missão de ministros do perdão: A quem perdoardes os pecados serão perdoados.
Já depois da meia noite: Com o domínio do relativismo e com o monopólio do politicamente correto, quem se aventurar a tomar posição e defender algumas coisas como certas e boas e alertar contra outras como erradas e ruins, será acusado de querer aparecer e ser o dono da verdade. Neste texto fiz um teste disto.
Jequié, 27 de Agosto 2015 + Cristiano, aposentado, mas não parado.
2 >>> 29 08 2015:
Num comentário da Globo, 22 ºº surgiu uma observação interessante sobre o relativismo filosófico e moral. O comentarista (nome?) falou coisa assim:
O mandamento de não cobiçar a mulher do próximo era coisa daquele tempo. Hoje devia ser diferente, ampliado: A mulher não deve cobiçar o homem da próxima (coisa que se pode considerar como incluída no mandamento daquele tempo). Mas também: O homem não deve cobiçar o homem do próximo, e a mulher não deve cobiçar a mulher da próxima. Mas, quem não aceita a validade objetiva do sexto mandamento do jeito que está na Bìbia, também não vai querer aceitar versões mais atualizadas como essa.

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